
Viajando pelos blogs da vida, encontrei, meio que ao acaso, o The Good, The Bad, and the Ugly, da agência Reuters de notícias.
O conteúdo não é nada inédito, mas a iniciativa talvez sim. Afinal, não é fácil encontrar um veículo-de-comunicação que tenha criado uma página somente para canalizar críticas e correções - tudo num mesmo local. E é exatamente com - e só - esta intenção que o blog foi criado.
O ser humano por si só, dificilmente reconhece os próprios erros, afinal, muitas vezes sua imagem vale mais do que seu conteúdo ou seu ego. Hoje em dia, muitas pessoas crêem que ter a imagem afetada pelas falhas não é item digna de valores morais. Pelo contrário, valores morais são aqueles escondidos dos olhos de terceiro, o que nos leva a crer que às vezes, uma mentira vale mais que a verdade.
Por outro lado, a simplicidade e a honestidade de se assumir atos falhos ou errôneos ganha crédito quando o assunto é meio-de-comunicação. Pode soar uma atitude hipócrita da sociedade, pois não existe moral nenhuma naqueles que omitem os próprios erros julgar matérias sensacionalistas, não é?
Mas, voltando ao assunto principal - sim, o blog -, leitores de todo o mundo que acompanham o site, participam enviando e-mails relacionados às matérias que julgam conter informações duvidosas.
Um escocês, ao ler a matéria sobre a idéia de presentear alguém com uísque daquele país, alertou: "O whisky escocês não se escreve whiskey, conforme grafado na notícia, mas sim sem a letra "e", que é associada aos destilados fabricados fora daqui". O editor, por sua vez, justificou: "Muitas pessoas nos mandaram e-mail com a mesma afirmação, no entanto, resolvemos deixar dessa forma pois está de acordo com o estilo da Reuters".
Outro leitor aponta para o erro dos estados destacados na reportagem sobre o tiroteio que ocorreu num shopping, em Nebraska, Estados Unidos. O destaque em questão aponta para os estados de Montana e Idaho. E o editor justificou que a equipe ainda estava se adaptando com o novo software que permite a função. Mas confirma: "Nós sabemos onde Nebraska fica".
Sem dúvidas, tal atitude (rara, por sinal) é para se tirar o chapéu. São poucos os veículos que destinam parte de suas páginas ou sites para seções do tipo "erramos". Talvez porque ainda nem todas as pessoas não vêem nisso a (in)diferença entre a mentira e a humildade de se assumir um erro. Ou talvez, porque os próprios sites, jornais, televisões e rádios não descobriram que podem, e muito, utilizarem-se do Quarto Poder para levar a humildade para nossas casas.
O conteúdo não é nada inédito, mas a iniciativa talvez sim. Afinal, não é fácil encontrar um veículo-de-comunicação que tenha criado uma página somente para canalizar críticas e correções - tudo num mesmo local. E é exatamente com - e só - esta intenção que o blog foi criado.
O ser humano por si só, dificilmente reconhece os próprios erros, afinal, muitas vezes sua imagem vale mais do que seu conteúdo ou seu ego. Hoje em dia, muitas pessoas crêem que ter a imagem afetada pelas falhas não é item digna de valores morais. Pelo contrário, valores morais são aqueles escondidos dos olhos de terceiro, o que nos leva a crer que às vezes, uma mentira vale mais que a verdade.
Por outro lado, a simplicidade e a honestidade de se assumir atos falhos ou errôneos ganha crédito quando o assunto é meio-de-comunicação. Pode soar uma atitude hipócrita da sociedade, pois não existe moral nenhuma naqueles que omitem os próprios erros julgar matérias sensacionalistas, não é?
Mas, voltando ao assunto principal - sim, o blog -, leitores de todo o mundo que acompanham o site, participam enviando e-mails relacionados às matérias que julgam conter informações duvidosas.
Um escocês, ao ler a matéria sobre a idéia de presentear alguém com uísque daquele país, alertou: "O whisky escocês não se escreve whiskey, conforme grafado na notícia, mas sim sem a letra "e", que é associada aos destilados fabricados fora daqui". O editor, por sua vez, justificou: "Muitas pessoas nos mandaram e-mail com a mesma afirmação, no entanto, resolvemos deixar dessa forma pois está de acordo com o estilo da Reuters".
Outro leitor aponta para o erro dos estados destacados na reportagem sobre o tiroteio que ocorreu num shopping, em Nebraska, Estados Unidos. O destaque em questão aponta para os estados de Montana e Idaho. E o editor justificou que a equipe ainda estava se adaptando com o novo software que permite a função. Mas confirma: "Nós sabemos onde Nebraska fica".
Sem dúvidas, tal atitude (rara, por sinal) é para se tirar o chapéu. São poucos os veículos que destinam parte de suas páginas ou sites para seções do tipo "erramos". Talvez porque ainda nem todas as pessoas não vêem nisso a (in)diferença entre a mentira e a humildade de se assumir um erro. Ou talvez, porque os próprios sites, jornais, televisões e rádios não descobriram que podem, e muito, utilizarem-se do Quarto Poder para levar a humildade para nossas casas.
4 comentários:
Luiz!
Alguns jornais adotam o esquema "erramos" em algum lugar perdido do veículo. Quero ver mesmo um erramos ou uma retratação em formato de matéria, à altura do erro cometido.
abraços
É verdade, Marcos...
Vc tocou num detalhe importante que eu havia esquecido de mencionar: o tamanho dessa seção, sem dúvida, não é compatível com os erros cometidos. Se é pra fazer a coisa, que faça direito então, oras...
um abraço
Amor...
parabens pelo blog,está ótimo!as matérias estão bem interessantes e o vocabulário deslumbrante!hahahaha
Parabens de verdade,fiquei feliz de saber q vc escreve tão bem!
amo vc =)
beijos
Oii bem...
até que enfim vc passou por aqui, hein...hahaha
Que bom que vc gostou. Fique feliz. De verdade. É uma forma de treinar no dia-a-dia um pouco mais da profissão, né?
Só espero q venha aqi sempre a partir de hoje =)...
bjãoooooooooooo pra vc...
amoo demais ;)
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